
Queridos leitores, é com orgulho que inauguro a Esquina do Cinema! Vou começar falando do meu diretor queridinho: Paul Thomas Anderson. Pra vocês sentirem a moral do cara, Fernando Meirelles disse duas vezes (e depois de mim! Como sou esperta... hahaha) que Thomas Anderson é seu diretor preferido, portanto me sinto no direito de falar do mais novo aclamado diretor de Hollywood.
Mas afinal, o que esse californiano de 38 anos tem de tão especial? Vamos à lista: fez dois filmes que de tão bons não tem adjetivo que baste: Magnólia e Sangue Negro, além de Boogie Nights, um filme que consegue ser incrivelmente delicado apesar de tratar da industria pornô ; ele largou a faculdade de cinema da Universidade de Nova York no segundo dia de aula, pegou o reembolso da matricula para filmar o premiado curta “Cigarretes and Coffee” , provando que talento não se constrói em faculdade; P.T Anderson também conseguiu um verdadeiro milagre cinematográfico: fazer Tom Cruise atuar maravilhosamente bem, em Magnólia; e o mais importante: seus filmes tem linguagem fácil de entender e muito conteúdo, coisa que parece impossível para os cults de plantão.
Resumindo: Paul Thomas Anderson é o nome do novo cinema, formado por diretores que cresceram vendo os grandes mestres e aprenderam na prática e com muito talento que não precisam de escola pra fazer um cinema de conteúdo sem ser chato ou piegas.
A obra de Anderson não é das maiores (ele tem apenas 38 anos, lembra?), mas com certeza é uma das mais qualificadas, melhor fazer pouco e bem feito do que ter mais de 60 anos e continuar todo ano lançando um filme que tenha o próprio nome no título, tipo “Didi e o monstro sei-lá-de-onde”.
Não que eu não valorize o cinema nacional, aliás valorizo e muito, mas valorizo o verdadeiro CINEMA NACIONAL e me desculpem os fãs, mas convenhamos que Didi e afins não fazem cinema. Mas isso é uma conversa pra depois... Vejam os filmes do Paul Thomas Anderson...
(Por Carol Borges)
Dicas do dia: “Magnólia” e "Sangue Negro"
Mas afinal, o que esse californiano de 38 anos tem de tão especial? Vamos à lista: fez dois filmes que de tão bons não tem adjetivo que baste: Magnólia e Sangue Negro, além de Boogie Nights, um filme que consegue ser incrivelmente delicado apesar de tratar da industria pornô ; ele largou a faculdade de cinema da Universidade de Nova York no segundo dia de aula, pegou o reembolso da matricula para filmar o premiado curta “Cigarretes and Coffee” , provando que talento não se constrói em faculdade; P.T Anderson também conseguiu um verdadeiro milagre cinematográfico: fazer Tom Cruise atuar maravilhosamente bem, em Magnólia; e o mais importante: seus filmes tem linguagem fácil de entender e muito conteúdo, coisa que parece impossível para os cults de plantão.
Resumindo: Paul Thomas Anderson é o nome do novo cinema, formado por diretores que cresceram vendo os grandes mestres e aprenderam na prática e com muito talento que não precisam de escola pra fazer um cinema de conteúdo sem ser chato ou piegas.
A obra de Anderson não é das maiores (ele tem apenas 38 anos, lembra?), mas com certeza é uma das mais qualificadas, melhor fazer pouco e bem feito do que ter mais de 60 anos e continuar todo ano lançando um filme que tenha o próprio nome no título, tipo “Didi e o monstro sei-lá-de-onde”.
Não que eu não valorize o cinema nacional, aliás valorizo e muito, mas valorizo o verdadeiro CINEMA NACIONAL e me desculpem os fãs, mas convenhamos que Didi e afins não fazem cinema. Mas isso é uma conversa pra depois... Vejam os filmes do Paul Thomas Anderson...
(Por Carol Borges)
Dicas do dia: “Magnólia” e "Sangue Negro"